* Docente do ensino secundário e preparatório nas disciplinas de Português, Literatura, Filosofia, Introdução à Política (1974-1978); * Director da ANOP - Agência Noticiosa Portuguesa na Região Autónoma da Madeira (1979-1980); * Director da ANOP na Região Centro (1984-1986); * Director da LUSA - Agência de Informação na Região Centro (1986-1987); * Assessor do Governo de Macau (1987-1988); * Jornalista no jornal EXPRESSO (1989-2006); * Docente do Curso Superior de Comunicação na Escola Superior de Educação de Coimbra, onde leccionou a disciplina de Práticas da Comunicação (1994-1995); * Assistente convidado da Universidade de Aveiro onde leccionou a disciplina de Direito e Deontologia da Comunicação do Curso de Novas Tecnologias da Comunicação do departamento de Comunicação e Arte (1995-2002); * Orientador de seminários anuais sobre Direitos de Autor destinados a finalistas do Curso de Novas Tecnologias da Comunicação, na Universidade de Aveiro (1999-2002); * Director do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo Judiciário, organizado pela Universidade Lusófona em colaboração com o Observatório de Imprensa (2000-2001); * Professor do Curso de Pós-Graduação em Jornalismo Judiciário, organizado pela Universidade Lusófona e pelo o Observatório de Imprensa onde leccionou a disciplina de Direito Penal da Informação e Direito Processual Penal - Dinâmica e Conflito com o Direito de Informar (Lisboa -2000-2001); * Patrono formador de Advogados Estagiários da Ordem dos Advogados – Conselho Distrital de Coimbra (2000-2004); * Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Letras de Coimbra, leccionando a cadeira de Direito da comunicação na Licenciatura em Jornalismo – Instituto de Estudos Jornalísticos (2004-2005). * Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Letras de Coimbra, leccionando as cadeiras de Noções Fundamentais de Direito, Deontologia do Jornalismo e de Direito da comunicação na Licenciatura em Jornalismo – Instituto de Estudos Jornalísticos (2005-2006). * Professor Auxiliar Convidado da Faculdade de Letras de Coimbra, leccionando as cadeiras de Noções Fundamentais de Direito, Deontologia do Jornalismo e de Direito da comunicação na Licenciatura em Jornalismo – Instituto de Estudos Jornalísticos (2006-2007).
Outros dados:
* Membro do Movimento Democrático Estudantil – MDE(1971/74); * Preso pela PIDE/DGS ( polícia política do Estado Novo), em 12 de Fevereiro de 1971, tendo permanecido cerca de dois meses no Forte de Caxias. * Dirigente da Associação Académica de Coimbra - membro do Executivo da Comissão Pró-Reabertura da AAC -CPRAAC (1973-1974); * Membro da Comissão Nacional para a Liberdade de informação (1978/79); * Membro da Direcção do Sindicato dos Jornalistas (1986-1987); * Membro da Amnistia Internaci; * Membro do Conselho de Redacção do jornal Expresso (1996-1997 e 2001-2002); * Membro do Conselho Geral da Ordem dos Advogados (2002-2003); * Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados (2002-2003); * Comentador da SIC e da SIC-Notícias para assuntos jurídicos (2003-2004); * Candidato a Bastonário da Ordem dos Advogados (2004); * Eleito Bastonário da Ordem dos Advogados (2007). * Bastonário da Ordem dos Advogados (2008-10).
Olá, Por uma consciência social deixo aqui o meu vídeo para divulgar esta condição de viver :) não é para ter «pena» mas sim para evitar a estupidez e a burrice de quem pensa que a preguiça me ataca!... é uma doença crónica sem CURA!... :) Ajudem a divulgar, vejam o vídeo e comentem. Beijinhos http://www.youtube.com/watch?v=Zb40kDUofTs
Caro Doutor, Aproveito este meio para mostar a minha admiração pela sua coragem. Faltam cidadãos em Portugal com a dignidade de V. Exa. que não queiram pactuar com este status quo podre. Confesso que andava há meses para me dirigir a si através de carta mas, o seu secretário(a) fará chegar este comentário. Bem Haja. Vitor Bettencourt / Funchal
Tenho gostado de o ouvir nas criticas que tem feito à magistratura portuguêsa e concordo plenamente!... Também sou jurista e só quem sabe o que se passa naqueles meandros é que reconhece, verdadeiramente, as razões corajosas das "denúncias" feitas!!!! De facto, enquanto a magistratura se pautar pelo princípio da irresponsabilidade a justiça portuguêsa continuará a ser uma justiça medíocre, para não dizer péssima!!!! É incrivel como todos os Poderes são sancionados periodicamente excepto o Poder Judicial "todo poderoso", em que alguns dos seus elementos usam e abusam de tal Poder!!!! Há que dar a volta às regras da nossa Magistra no sentido de a Justiça em Portugal ser mais Justa!!!! Um abraço e continue a falar com a mesma veemência... Temos de fazer algo pela democracia portugêsa...
Caro Marinho Pinto. Finalmente alguém com visibilidade que tem coragem e distanciamento do poder para pôr os pontos nos i's! Eu tenho um doutoramento pago por Portugal e por Portugal ser como é não vou voltar. Por muito que me custe e por muito que eu ache que tenho o dever moral de regressar. Mas assim não!
Caro Bastonário: Li com toda a atenção o seu mail enviado nesta data. Estou plenamente de acordo. Peço-lhe que leve esta guerra até ao fim, não para derrotar os que estão do outro lado e muito menos para se vingar do que lhe têm feito, mas para que possa contribuir para resolver muitos dos problemas que infelizmente afectam a nossa Ordem. Quanto aos problemas da Justiça, faz bem em apontá-los sempre que tiver uma oportunidade. Já que não é possível ao Bastonário substituir-se a quem tem poder na área da Justiça, ao menos que, em nome dos advogados e dos cidadãos, "ponha a boca no trombone". Um abraço do Colega que o apoia, João Pombo Lopes
CARTA ESCANCARADA AO BASTONÁRIO E ABERTA AOS ADVOGADOS ESTAGIÁRIOS
Um rol de dislates, um amontoado de cerebrinos argumentos, inconsistentes e indemonstráveis, potenciadores de insustentável estigma técnico e quiçá de futuros atípicos incidentes de incompetência subjectiva – eis, em suma, a recaída do Bastonário no tema da defesa oficiosa, feita pelos advogados estagiários, em mais uma egolátrica “pirueta mediática”.
Sabe o Bastonário (está feito, por acaso, o levantamento estatístico?...) quantos arguidos já foram prejudicados, em processo crime, por intervenções tecnicamente deficientes de advogados?!...
Questão ora colocada, apenas, com base na aporia que é a possibilidade de um arguido, em processo crime, ser prejudicado, por intervenção técnica deficiente de advogado-estagiário (ou não).
Se o Bastonário não tem esses números porquê essa insistência, porquê esse prazer doentio de falar desavisado?
Porquê esse “branqueamento” de advogados, por argumento a contrario?
Ou será porque “…quando se esquia sobre gelo fino a salvação está na velocidade?”
Sujeite-se, pois, ao contraditório, não abuse de intervenções-flash não contraditadas; não venda pechisbeque por ouro; intervenha com mediana sensatez; não critique quem está ausente e inerme.
A um tempo recente, disse ao Dr. Alberto Costa, seu amigo (de peito ou de circunstância?), a propósito de idêntica aleivosia sobre o tema “defensor oficioso”, que era conduta imprópria de Ministro da Justiça “…acusar sem apurar. Processar sem ouvir. Colocar os réus, sem defesa, na prisão da opinião pública. Enfim, condenar sem julgar…”
Agora, com a agravante de, no caso, ser conduta de Bastonário e ter por destinatários advogados estagiários.
Permita-me a franqueza caridosa.: uma vez que tem demonstrado uma clara incapacidade de moderação (abundans cautella nocet?...), leve a(o) peito, ao menos, o conselho de Santo Agostinho, “a total abstinência é mais fácil do que a perfeita moderação.”
Poupe-nos, Sr. Bastonário, às suas estilhas!
Não nos ridicularize!
Não transforme o bastonato num acabrunhante e “significante vazio”!