Tenho o meu coraçao atado a ti, O nó foste tu que o deste, E a minha alma mais forte fizes-te. Tocas-te o meu rosto com as tuas mãos de luz, E desenhas-te este sorriso. O que mostro nao sou eu, Este sorriso é teu. Ata-o ao teu coraçao, Fá-lo crescer e deixa-o viver, Sempre que te segrede a minha oraçao, É a ti que eu quero seguir, A teu lado caminhar. Meu coraçao só deseja que vejam nele, O sorriso com que abraças meu olhar.
Recordações As recordações podem ser boas ou más, e podem ainda ser só recordações, nem boas nem más, apenas recordações. Porque marcaram de algum modo os nossos dias, ou porque estranhamente se colaram nas entranhas da nossa memória, tornaram-se recordações. Ao longo das várias etapas que formam a nossa história, coleccionamo-las mais ou menos entusiasmados. De Armação levo recordações de todos os tipos: boas, más e simplesmente recordações. Muitas delas derivam de uma mudança eminente. As paixões mais sofridas ou as zangas mais vividas são algumas delas. Outras são fruto do impacto que em nós tiveram: aquela noite única na Oura, as horas passadas na praia, as noites na nossa D.Graça ou aqueles serões em que nos sentávamos “essencialmente” a falar e a cantar na escuridão das rochas da praia amarela. Outras resultam da sua singularidade, e sem entrar em pormenores, refiro os gelados do pinguim, os waffles, as missas e as tentativas desesperadas de uma viagem de banana ou de bóias. Mas as que recordaremos com mais prazer são as recordações boas, sim, porque as más, ou as esquecemos ou as fazemos por esquecer, ou pelo menos arrumamo-las muito bem arrumadas, para não tropeçarmos nelas quando menos esperarmos. Agora as boas, essas têm um sabor diferente e com o passar do tempo, vão-se tornando cada vez melhores. Nelas estão todos os bons momentos passados, as risadas dadas e todas as que foram abafadas por força das circunstâncias, os sonhos erguidos e as metas alcançadas, e claro, também alguns disparates feitos. Dentro das recordações boas há ainda as que merecem o estatuto das melhores. AS MELHORES SÃO SEM DÚVIDA AS AMIZADES FEITAS!
As recordações podem ser boas ou más, e podem ainda ser só recordações, nem boas nem más, apenas recordações. Porque marcaram de algum modo os nossos dias, ou porque estranhamente se colaram nas entranhas da nossa memória, tornaram-se recordações. Ao longo das várias etapas que formam a nossa história, coleccionamo-las mais ou menos entusiasmados.
De Armação levo recordações de todos os tipos: boas, más e simplesmente recordações.
Muitas delas derivam de uma mudança eminente. As paixões mais sofridas ou as zangas mais vividas são algumas delas.
Outras são fruto do impacto que em nós tiveram: aquela noite única na Oura, as horas passadas na praia, as noites na nossa D.Graça ou aqueles serões em que nos sentávamos “essencialmente” a falar e a cantar na escuridão das rochas da praia amarela.
Outras resultam da sua singularidade, e sem entrar em pormenores, refiro os gelados do pinguim, os waffles, as missas e as tentativas desesperadas de uma viagem de banana ou de bóias.
Mas as que recordaremos com mais prazer são as recordações boas, sim, porque as más, ou as esquecemos ou as fazemos por esquecer, ou pelo menos arrumamo-las muito bem arrumadas, para não tropeçarmos nelas quando menos esperarmos. Agora as boas, essas têm um sabor diferente e com o passar do tempo, vão-se tornando cada vez melhores. Nelas estão todos os bons momentos passados, as risadas dadas e todas as que foram abafadas por força das circunstâncias, os sonhos erguidos e as metas alcançadas, e claro, também alguns disparates feitos.
Dentro das recordações boas há ainda as que merecem o estatuto das melhores. AS MELHORES SÃO SEM DÚVIDA AS AMIZADES FEITAS!