"Mondego vai devagar, Não apresses o teu fim... Leva contigo a saudade Que trago dentro de mim!
Abraça-a bem junto a ti Não vá ela regressar Quero a minha alma mais leve Quando a morte me chamar!
Mondego vais morrer, Nas profundezas do mar... Leva também os meus olhos, Para ninguém os ver chorar!"
Interests
"No abraço que hoje aqui damos Nossa amizade terrena Seja ainda a mesma estrela... Até à morte a vejamos. Que a vida amigos sem ela, Vivermos nem vale a pena!"
Caríssimos/as No próximo dia 27 de Setembro à noite, em S. Miguel do Rio Torto (Abrantes), haverá uma Serenata de Coimbra com o Grupo de Canto e Guitarra de Coimbra do Centro Cultural Regional de Santarém. Compareçam e divulguem
Bonita homenagem esta que presta à nossa Coimbra...a cidade que ficará para sempre no meu coração como o lugar onde vivi os melhores anos da minha vida... "Ah...saudade"
Não sei se já repararam, mas a Faculdade de Letras de Coimbra tem novo site em:
http://www.uc.pt/fluc
Mas, mais importante ainda, é que os antigos alunos da Faculdade de Letras já têm o seu espaço e podem inscrever-se neste através de um formulário on line onde têm de preencher os dados em:
Se são antigos alunos da Fac. Letras de Coimbra preencham o formulário e reenviem para os vossos contactos que estudaram na Faculdade de Letras de Coimbra!
EM 2000, ANO DE IR NO CARRO, ERA A "DESPEDIDA" À VISTA, ELABOREI UM SONETO QUE DENOTA A SAUDADE QUE COIMBRA DEIXA PARA A PLAQUETE DE HISTÓRIA DE 1997-2001, INTITULADO COIMBRA: Coimbra, que vemos ao sonhar Deixar-te, é desalento Coimbra, vamos-te cantar Para sempre, ao sabor do vento
Ó sentimento, Para quê delirar? Se trazidos pelo vento Havemos de cá voltar
Coimbra, lição da nossa vida Em vez de esquecer, vamos lembrar A vida de estudante perdida
Coimbra, vamos contigo sonhar Na eternidade da nossa vida Ver-te eternamente ao luar
Não é apenas um Rio e uma Saudade que fica em Coimbra, talvez sejam sonhos de uma mocidade que já não espero, capa ao vento de Antero, aquele Penedo da Saudade, perto da Meditação, onde, como diz a Canção: NO PENEDO DA SAUDADE OS QUE FORAM NÃO SE CALAM/ NO PENEDO DA SAUDADE, PEDRAS CHORAM, PEDRAS FALAM; Talvez em canto egrégio, versos de José Régio: AI CHORO COM QUE O PAREDES/VIBRANDO OS DEDOS EM GARRA/ DESPEDAÇAVA A GUITARRA/ PUNHA OS BORDÕES A ESTALAR// GRITOS DE CRISTAL E DE OIRO/ QUE O BETTENCOURT ALTO ERGUIA/ QUE É DA RODA QUE ALGUM DIA/ VOS HAVIA DE ACOMPANHAR! Coimbra de Ontem, Coimbra de hoje, Coimbra de amanhã, Coimbra Eterna! Saudações Académicas!
Coimbra tem, tem a cor da Mocidade, tem o negro da saudade, nas ruas, na voz... Coimbra tem, tem gritos de liberdade , tem nesta universidade um pouco de todos nós...
TUNA LEX... ( Tuna Feminina Da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra)....
Mas não consigo estar muito tempo fora daqui!