Voltei, depois de muito tempo sem ter assim alguma coisa escrita por mim, além do meu comentário referente ao 25 de Abril, pois hoje voltei aqui para escrever sobre um tema, que é o DIA DA MÃE.
Voltando aos meus tempos, de infância o Dia da Mãe;
ERA A 8 DE DEZEMBRO, POR SER O DIA DA NOSSA DA CONCEIÇÃO;
Mas como diz o ditado, "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades"; enfim agora até as datas que sempre foram consideradas certas mudam, a Alteração da Hora de Inverno ou a Alteração da Hora de Verão, até isso o Homem Alterou ...
Mas voltando ao tema que me fez voltar aqui, para escrever, é um dia que afinal, não é só amanhã que somos MÃES, já o somos desde o dia do nascimento, dos nossos filhos, umas á mais tempo, outras á menos tempo, mas nem por isso deixamos de o ser todos os dias, o dia de amanhã vai ser um dia feliz para muitas MÃES, mas também um dia infeliz, para outras MÃES.
Tais como a MÃE do RUI PEDRO, para a MÃE DO RUI PEREIRA, e também para as outras MÃES, incógnitas e anónimas, que também sofrem o mesmo;
ou porque os filhos lhes foram raptados, ou porque os filhos lhes foram torturados e assinados por pessoas que nem merecem o ar que respiram; ou porque os seus filhos, sofrem de efermidades, que nós por vezes, nem temos conhecimento da sua existência; ou porque os seus filhos, lhes faleceram por alguma efermidade, por algum acidente; ou porque simplesmente, alguém o atropelou, e o abandonou no local, e fugiu, (esta situação aconteceu comigo tinha o meu filho 5 anos, mas graças a deus ficou bem)...
Todos os dias ouvimos atrocidades feitas a crianças, nós que somos MÃES, pensamos como será amanhã?
Quando eramos pequenos, os nossos pais deixavam-nos brincar na rua, porque não se fazia mal a uma criança. Mas lá volta o " mudam-se os tempos, mudam-se as regras", até podemos alterar conforme o contexto em que será inserido, agora nós PAIS não os deixamos, brincarem na rua, e PORQUÊ?
PORQUE FICAMOS SEMPRE COM RECEIO DE QUE ALGO LHES ACONTEÇA ....
Hoje mais uma vez, fomos bombardeados, com o assunto MADDIE, á qual eu já não suporto este assunto, nunca suportei o assunto, porque nunca acreditei naquela mãe, porque para mim foram os pais que mataram a menina, talvez naquela noite, ela não tivesse vontade de tomar os soníferos, comos os meus filhos dizem "já jantamos e ainda é dia podemos ir passear para a rua"?
Talvez aquela menina acha-se que ás 7 horas da tarde não fosse hora de ir para a cama, quando muitas das vezes a essa hora ainda estamos na praia, numa esplanada, ou num parque infantil onde os nossos filhos, possam gastar um pouco mais de energia.
É incrivel como é que aquela mãe, continua a deitar a cabeça na almofada, e a dormir sabendo que foi ela que matou a própria filha? Basta a menina não querer tomar os soníferos, a menina estar ao pé de uma parede, estar abraçada ao boneco, a mãe dar-lhe uma bofetada e a menina ao cair bater com a cabeça, ter caído mal, á vários locais na nossa cabeça que numa queda mal dada, pode ser a nossa última queda, possivelmente foi o que aconteceu, ficam com o boneco, daí cheirar a cadáver, metem um corpinho pequeno dentro de um saco, deixam-no andar na mala do carro, e andam com o cadáver, até convecerem o padre a dar-lhes a chave da Igreja, porque a Igreja andava a ser renovado o chão na altura do desaparecimento, era fácil lá meterem o saco com cadáver, e no outro dia de manhã o buraco ser tapado com betão, daí nunca ter aparecido o corpo, o boneco cheirar a cadáver, a mala do carro 25 dias depois ter sangue, e cabelos da menina, mas será que ainda ninguem pensou em partir o chão da Igreja?
Pois ao lerem isto são capazes de pensar que sou uma MÃE com muita imaginação.
Não !!!!!!!!!!!!!!!
Não sigam esse caminho, sigam o caminho da lógica, como na matemática, é infalível, nunca nos engamos nos exercicios.
Acredito que para quem escreveu algo com o Título DIA DA MÃE, isto não ter um final xarammmmmmmmmmmmmmm !!!!!!
Mas tem um final realista, frio, verdadeiro, e o mais lógico possivel .....
Pela glória de no amor ser consumida, E de em mim se ter gerado tua vida, Eu te bendigo, meu filho! Pelo alimento que sugaste com o anseio, das tumescências pejadas dos meus seios, Eu te bendigo, meu filho!
Pelos momentos de angústia mal dormidos, Que arrancaste dos meus olhos doloridos, Eu te bendigo, meu filho!
Por do teu corpo ter sentido seu calor, Sobre o meu seio transbordante de amor, Eu te bendigo, meu filho!
Pelo orgulho de te ver homem já feito, Labutando por tudo que é direito, Eu te bendigo, meu filho!
Por fugires dos meus braços incançados, E acolheres em outros braços abrasados, Eu te bendigo, meu filho!
Por, neste abraço, encontrares condição De prolongares meu sangue e coração, Eu te bendigo, meu filho!
Pelo modo de me cuidares na velhice, Como se fosse minha a tua meninice, Eu te bendigo, meu filho!
Por tudo que ao ouvido te contei, E que será a herança que te dei, Eu te bendigo, meu filho!
E pela rosa que, num dia de saudade, Tu deitarás sobre a minha eternidade, Eu te bendigo, meu filho!
Olga: Antigo nórdico, Halag, significa santa ou sagrada; ou do russo Oleg, também com o mesmo significado. Nome próprio de mulher de carácter forte e marcante personalidade. Em geral domina as situações e não o inverso. Suas responsabilidades no trabalho não tem limites, salvo que a impeçam por motivos extraordinários. Do nórdico arcaico "santa, sacra".
Carlos: Significa homem e indica uma pessoa que nunca deixa uma oportunidade passar em branco por estar desatento ou por ter medo de riscos. Do latim "homem, viril".
Rita: Diminutivo de Margaret, ou do italiano Margherita (Margarida). Faz alusão a determinadas atitudes relacionadas com a tenacidade e com a força de vontade. É próprio de pessoas que se sacrificam ao extremo quando estão convictas de que há uma razão para isto. Do italiano "forma popular de Margarida".
CM TA?
BEIJINHOS DA AFILHADA Q APESAR DE TD N T ESQUECE