Quero ser o mundo em pessoa.
Ficar na História para sempre.
Sorrir e ser amado como Lisboa.
Será, será...
Quero ter a fé que me protege.
Lutar para marcar uma diferença,
Na guerra.
Ajudar os corações de quem se perde.
Será, será...
Estes são os meus sonhos.
E estas são as razões que me levam,
a amar a vida.
Doar-me há razão e não deixar de acreditar
na fé que me guia.
E um dia serei o orgulho e outra vida.
Quero viajar o mundo inteiro
conhecer e respeitar outras culturas, no mundo.
Ser a luz no escuro só com um isqueiro.
Será, será...
Isto é o meu sonho.
Isto é a razão, que me leva a amar a vida.
Doar-me há razão e não deixar de acreditar,
na fé que me guia.
E um dia serei o orgulho e outra vida. Ninguém está a jogar nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
''Eu descobri que quase tudo o que alguma vez foi escrito sobre o amor é verdade. Shakespeare disse: ‘’ As viagens terminam no encontro entre os amantes.’’ Que pensamento fantástico! Pessoalmente, não vivi nada de parecido sequer… mas estou mais do que convicta de que Shakespeare tenha vivido. Acho que penso mais no amor do que devia. Fico extasiada com o fantástico poder que tem de mudar e determinar a nossa vida. Foi também Shakespeare quem afirmou que o ‘’amor é cego’’. E isso é algo que sei para ser verdade.
Para alguns, de forma bastante inesperada, o amor esmorece. Para outros o amor perde-se, simplesmente. Mas, claro está, o amor pode também ser descoberto. Ainda que por uma noite, apenas. Mas há ainda um outro tipo de amor. O mais cruel de todos. Aquele que quase mata as suas vitimas. É o chamado amor não correspondido. E nesse, eu sou perita. A maior parte das historias de amor é sobre duas pessoas que se apaixonam. Mas e os restantes? Entao e as historias sobre nos? Nos, os que nos apaixonamossozinhos? Nos somos as vitimas das relações de amor não retribuído. Nos somos a maldição dos amados. Somos os não amados. Os feridos ambulantes. Os inválidos sem a vantagem do grande espaço para o parqueamento. Sim, estão perante uma dessas pessoas… e eu amei voluntariamente aquele homem ao longo de três anos miseráveis.Os piores anos da minha vida. Os piores Natais, os piores aniversários, as Vesperas de Ano Novo celebradas entre lágrimas e Valium. Esses anos em que estive apaixonada foram os dias mais sombrios da minha vida. Tudo por estar condenada a apaixonar-me por um homem… que não me amava, nem queria amar-me. Meu deus, so o facto de o ver! A taquicardia, o no na garganta, os golos em seco!Todos os sintomas habituais...''
bjinhos*