Desde o longínquo tempo de infância que os ralis foram a minha paixão. Acompanhar as provas de principio a fim tornou-se um habito ou melhor uma “obrigação”.Tenho o privilégio de ser de um local “Fafe” onde os ralis conheceram os seus melhores anos com espectaculares classificativas sempre repletas de multidão proporcionando um espectáculo impar com os carros a serpentear toda aquela gente ao longo da serra abrilhantando todo aquele cenário. Como em tudo na vida sente-se a necessidade de mudar de evoluir, as tradições perdem-se e muitas outras coisas esmorecem e caem no esquecimento e outras que por razões politicas ou aquilo que lhe queiram chamar são mesmo obrigadas a desaparecer. É com tristeza e alguma nostalgia que deixamos de ver todo aquele cenário que durante alguns dias deslocava milhares de pessoas até Fafe, bem como Arganil ou mesmo Sintra. Apesar de tudo isto o bichinho pelos ralis aumenta e a curiosidade de perceber como tudo se passava por dentro de uma equipe/carro de ralis aumenta e torna-se quase como uma obsessão, um objectivo mas principalmente a concretização de um sonho de infância. Eis que por brincadeira surge a oportunidade de fazer um rali e logo nas classificativas onde durante tantos anos vibrei com a passagem dos meus ídolos, e num ápice “era eu que podia lá a passar”. Não olhei para traz e quase nem parei para pensar e aceitei o desafio proposto. Empenho e dedicação foi a minha imagem de marca desde o primeiro dia, a vontade de aprender era enorme, a curiosidade em saber como se definiam curvas, como controlava os tempos bem como ler um rood-bock era muita, após algumas horas nas classificativas bem como algumas aulas de casa (contando com a ajuda de um profissional da matéria) tudo estava pronto para o baptismo nos ralis. Nessa noite nem dormi pois a ansiedade tomava conta de mim, nunca mais era dia para eu vestir o fato, colocar o capacete, sentar-me no carro e fazer-me á estrada. Rapidamente tudo aconteceu a dia foi longo e bonito tudo correu bem, não tivesse sido a desistência por avaria mecânica a 3 quilómetros do final tudo tinha sido perfeito. Consciente que dei o meu melhor me empenhei ao máximo para ajudar o meu colega e a equipa, ficando com a sensação que tinha mesmo jeito para a “coisa” não deixei que aquele rali fosse uma experiência esporádica e decidi dar continuidade a esta pequena aventura que hoje já é quase como uma necessidade. É ao lado do volante, com o caderno nas mãos a cantar as notas antecipando a descrição da estrada, alertando para todos os perigos que desenham trajectórias e impõem ritmo e velocidade, bem como colaborar com toda a equipa nas variadas funções que um co-piloto pode desempenhar que me sinto útil e realizado no seio desta modalidade. Consciente das minhas capacidades, do meu empenhado e dedicação gostaria de permanecer durante muitos anos neste desporto, alimentando a o sonho de um dia poder chegar mais longe. Caso isso não aconteça nunca posso dar este tempo como perdido mas sim como uma experiência enriquecedora que permitiu a realização de um sonho bem como conhecer muita gente e fazer grandes e bons amigos, que é um dos lados mais giros dos ralis todo o espírito de ajuda e companheirismo que existe entre todos. Vvvrrrrroooooommmmmmm! Abraço
Parabéns campeão! Isso é q foi um ano em cheio. Cada vez acredito mais q os ralis só se ganham qd se passa o controlo final!!! Abraço grande e quero ver-vos para o ano a serem campeões de novo!!!
Hugo, mtos parabéns. Desde já o meu pedido de desculpas pelo atraso. Espero q contes mtos, cheios de saúde e a fazeres o q mais gostas, Ralis. Um abraço forte e boas provas.
PARABÉNS AMIGO! Já passaram umas horas desde o nascimento, por isso já está na hora em começares a pensar no primeiro kart que vais dar ao Sr Tomás Afonso Felgueiras Magalhães! :) Grande Abraço e beijinho para a mamã Mafalda!
Isso é q foi um ano em cheio. Cada vez acredito mais q os ralis só se ganham qd se passa o controlo final!!!
Abraço grande e quero ver-vos para o ano a serem campeões de novo!!!